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TCE-PR ilumina fachada em alerta e apoio à campanha do Maio Roxo

Edifício-sede do Tribunal, no Centro Cívico, receberá luzes com essa cor para chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce das doenças inflamatórias intestinais

TCE ilumina prédio da sede em Curitiba em apoio ao Maio Roxo.

Em 19 de maio celebra-se o Dia Internacional das Doenças Inflamatórias Intestinais (DII). Para marcar a data e chamar a atenção da sociedade para esse tipo de problema, foi criado o Maio Roxo. O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) aderiu à campanha, como forma de alertar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce para um mal que atinge mais de 5 milhões de pessoas no mundo.

Desde da noite desta terça-feira (18), o prédio da Corte de contas paranaense está iluminado com a cor roxa, como gesto de apoio à causa.

As enfermidades que são alvo desse alerta trazem grande impacto socioeconômico para o doente e para o sistema de saúde. Tratam-se, na sua maioria, de doenças imunomediadas e incuráveis. Quando não são diagnosticadas precocemente, e seu tratamento não é realizado no tempo correto, passam a ter um alto poder de progressão para perda de mobilidade e desenvolvimento de deficiências.

"É nosso papel colaborar com campanhas como o Maio Roxo, para que o diagnóstico e tratamento possam ser garantidos por políticas públicas", defende o presidente do TCE-PR, conselheiro Fabio Camargo.

Prédio do TCE-PR, em Curitiba, iluminado em apoio ao Maio Roxo.

Sem causa definida

Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), no Brasil as doenças inflamatórias intestinais (DII) atingem 13,25 pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes. O tratamento pode ser medicamentoso ou cirúrgico. Em alguns pacientes, é necessária a confecção de estomas (bolsas coletoras de fezes).

As DII ainda não têm causa definida. Porém, estudos indicam que podem estar associadas a fatores como consumo exagerado de comidas industrializadas e com alto índice de gordura, além de questões hereditárias e imunológicas. Por isso, são mais frequentes em países desenvolvidos e, principalmente, no mundo ocidental. Os sintomas mais comuns são diarreia, dor abdominal, sangramento nas fezes, perda ou baixo ganho de peso, déficit de crescimento, aftas de repetição, artralgia e lesões perianais.

 

Autor: Diretoria de Comunicação Social Fonte: TCE/PR