Doutoranda entrevista o conselheiro do TCE-PR Ivan Bonilha, que presidiu o Instituto Rui Barbosa entre 2018 e 2021. Trabalho também aborda a contribuição da Atricon para o sistema
O corregedor-geral do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), conselheiro Ivan Lelis Bonilha, concedeu nesta sexta-feira (12 de julho) entrevista para a doutoranda da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Maria Alice Pinheiro Nogueira. Ela realiza pesquisa sobre o trabalho de coordenação do Instituto Rui Barbosa (IRB) e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) no aperfeiçoamento dos Tribunais de Contas brasileiros.
Em sua pesquisa, Maria Alice percebeu a atuação do IRB como agente de coordenação e buscou identificar a visão do conselheiro do TCE-PR, como ex-presidente da entidade, neste processo de aperfeiçoamento dos tribunais. Bonilha presidiu o IRB no quadriênio 2018-2021 e atualmente ocupa o cargo de vice-presidente de Relações Institucionais.
Na entrevista, Bonilha destacou a importância do trabalho de todos os ex-gestores do IRB, e, na sua gestão, o foco na capacitação, na disponibilização de conteúdos no site e na disseminação de normas de auditoria. Enquanto a Atricon tem foco na representatividade dos membros e medição da qualidade dos trabalhos dos TCs, o IRB é o braço acadêmico das cortes de contas.
O IRB vem num processo crescente de aprimoramento e gestão. Maria Alice destacou livro lançado na gestão de Bonilha - Rumo aos 50 Anos -, quem tem servido de base para entender a história dos TCs e do IRB. Sobre a agenda do IRB, o conselheiro explicou que em sua gestão foram feitas pesquisa e análise dos técnicos para proposta dos planos anuais de ações.
Na visão do ex-presidente, as maiores contribuições do IRB, ao longo de sua história, são as ações do Comitê de Educação, novas normas, apuração do Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM), capacitações e a obtenção de domínio na Internet.