Atividade, prevista no Plano Anual de Fiscalização de 2023 do Tribunal de Contas, ocorre nesta semana. Objetivo primordial é avaliar a gestão municipal na atenção básica em saúde
Dois auditores de controle externo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná realizam, nesta semana, auditoria presencial na área da Saúde nos municípios de Engenheiro Beltrão (Centro-Sul) e Sabáudia (Região Norte). A atividade, promovida pela Coordenadoria de Auditorias (CAUD) do TCE-PR, integra o Plano Anual de Fiscalização (PAF) de 2023 da Corte.
O trabalho é executado pelos servidores Luiz Henrique Luersen Júnior, da CAUD, gerente do PAF Saneamento 2023; e Talita Santos Gherardi, da Coordenadoria de Monitoramento e Execuções (CMEX) - numa iniciativa que estimula profissionais de todas as áreas do TCE-PR a participarem diretamente da fiscalização, função primordial de um órgão de controle externo.
Neste ano, o foco das auditorias sobre o tema é a avaliação da gestão da atenção básica em saúde, sobretudo no monitoramento da sua taxa de resolutividade e referência para a atenção secundária. A definição consta no planejamento das fiscalizações feito pela própria coordenadoria.
Conforme a unidade técnica, os trabalhos também servem para avaliar o planejamento municipal da atenção básica, os processos de trabalho e a estrutura física das unidades básicas de saúde (UBS), bem como os serviços oferecidos aos usuários.
Dessa maneira, o TCE-PR pretende auxiliar os administradores públicos na identificação dos principais problemas relativos à área em seus municípios, apresentando ainda recomendações de melhorias na gestão.
Benefícios
Com ações fiscalizatórias como essas, o TCE-PR é capaz de examinar de forma independente a atuação dos gestores, contribuindo para o aperfeiçoamento da administração pública e incentivando o aprimoramento da governança, por meio da avaliação da eficiência, efetividade, eficácia e economicidade dos serviços prestados à população.
A realização de auditorias pelo Tribunal possui ainda o potencial de aumentar a transparência, a credibilidade e a utilidade das prestações de contas das prefeituras, assegurando, assim, aos cidadãos e seus representantes informações fidedignas sobre a gestão orçamentária, financeira e patrimonial dos entes municipais.