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Auditoria do TCE-PR verifica condições de mobilidade urbana em Colombo

Com essa fiscalização, Tribunal busca auxiliar os gestores municipais a identificar os principais problemas na área e apresentar recomendações de melhoria de gestão

Servidores do TCE-PR reunidos com gestores e servidores da Prefeitura de Colombo, em auditoria sobre as condições da mobilidade urbana nesse município da Região Metropolitana de Curitiba.
Foto: TCE-PR/Divulgação

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná realiza, nesta semana, auditoria presencial sobre as condições de mobilidade urbana em Colombo, município da Região Metropolitana de Curitiba. A auditoria integra o Plano Anual de Fiscalização (PAF) de 2023 do TCE-PR.

O trabalho é executado pelos auditores de controle externo Amanda Munhoz Buba, Luciana Tiemi Katto - servidoras da Coordenadoria de Auditorias (CAUD) -; e Cezar Ricardo dos Reis, da Diretoria de Planejamento (Diplan).

A atuação de equipes multidisciplinares faz parte de uma iniciativa que estimula profissionais de todas as áreas do TCE-PR a participarem diretamente da fiscalização, função primordial de um órgão de controle externo. Os trabalhos de campo são sempre acompanhados por pelo menos um servidor da CAUD, que coordena o processo de auditoria.

Segundo Amanda Buba, gerente do PAF Mobilidade, o foco principal do trabalho é avaliar se as ações da gestão municipal fomentam a mobilidade urbana sustentável, nos moldes da Política Nacional de Mobilidade (Lei n° 12.587/2012), sobretudo no que diz respeito à priorização dos modais de transporte não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado.

Os objetivos da fiscalização são verificar se os processos de tomada de decisão com impacto direto na mobilidade são institucionalmente articulados e objetivamente fundamentados; se os investimentos públicos estão alinhados ao planejamento municipal da mobilidade e favorecem modais mais sustentáveis; se as políticas de planejamento territorial, inclusive as relacionadas a questões interfederativas, concorrem para a promoção da mobilidade sustentável; se o município atua para melhorar a segurança e viabilizar condições físicas que estimulem deslocamentos urbanos em modais prioritários; e se o município atua para conscientizar a população e incorpora sua participação no processo de implementação contínua da política de mobilidade urbana.

O escopo da auditoria de mobilidade urbana foi definido a partir de um piloto realizado em Almirante Tamandaré, também na Região Metropolitana de Curitiba. O trabalho embasou as fiscalizações na área que estão sendo executadas, ao longo do ano, pela CAUD, em cumprimento ao PAF 2023 do Tribunal. A auditoria já foi realizada em Arapongas (Norte do Estado) e Piraquara (RMC).

Com essa fiscalização, o TCE-PR auxilia os gestores dos municipais visitados a identificar os principais problemas de mobilidade urbana e apresenta recomendações de melhoria de gestão na área. 

 

Autor: Diretoria de Comunicação Social Fonte: TCE/PR